sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Flores


Tou com uma idéia fixa.
Uma imagem. Poética.
De fazer flor.
Pode ser que seja eu, numa mesa bar, tentando fazer uma tulipa de origami.
Mas, metaforicamente, essa imagem me lembra algo como: "o-mundo-me-despreza-e-eu-faço-flores".
Deve ser coisa da minha cabeça. Mas, aparece na música que ouço:


"Com um real de amor que tu me dás
Faço a flor na mais completa escuridão
Desafio o terror da solidão
E a transformo em pó na multidão"

Um Real de Amor
Fagner e Zeca Baleiro
Composição: Fagner E Brandão



"É de mágica
Que eu dobro a vida em flor
Assim!
E ao senhor de iludir
Manda avisar, que esse daqui
Tem muito mais amor pra dar"

É de lágrima
Los Hermanos
Composição: Marcelo Camelo

Pora Copos

Há provavelmente uma explicação muito imbecil por trás do fato.
Mas, o certo é que essa virou uma de nossas tradições.
Acredito que se juntarmos nossas tradições mais bizarras com nosso "vocabulário" exclusivo temos aí uma nova comunidade...
Vai aí a do porta copos.

Onde tudo começou
Local: Bar-comemoração da minha qualificação

"Alegres" e com jaquetas iguais
Local: Bar em Curitba

Menos alegres que na anterior e o Rerisson repetindo jaqueta
Local: Outro bar em Curitiba


Com a trigêmea querida no meio
Local: O mesmo de cima


Levando a filosofia para fora dos bares
Local: rua do centro de Curitiba

Ué, inteiros ainda?
Local: Senzala-Sampa


Não, só inovando o modo de destruição...
Local: o mesmo de cima

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Comparação - Musas na Janela

Título: Saudade
Artista: Almeida Júnior (BRA)



Título: At the window
Artista: Fabian Perez (ARG)

Título: Bar em Curitiba
Artista: Leonor Simioni (BRA-RS!)

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E eu não sei qual delas expressa mais saudade...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Desabafo

Quando é que as pessoas vão entender que:

bom gosto não vem com dinheiro,
estilo não vem de roupas certas ou caras,

inteligência não vem com esforço,
e perspicácia não vem com inteligência.

Que a futilidade nem sempre vem com a beleza,
e nem o charme.

Quando os homens vão entender que um segundo beijo não está nos prometendo o mundo.
E as mulheres que a ausência do segundo beijo nem sempre indica falta de vontade deles.

Que não há limites para a covardia de um homem.
E nem para a possibilidade de enlouquecer das mulheres.

Quem nem toda deformação indica um complexo,
tampouco todo complexo uma deformação.
Muitas vezes um complexo tem uma causa e um tratamento em si mesmo.
E as deformações não indicam absolutamente nada.

Que nem toda nudez deve ser castiga.
Assim como nem todo recato deve ser aplaudido.

Nem tudo que é arte é belo e nem tudo que é belo é arte.

E que não é porque este foi um texto escrito rapidamente que ele não tem valor.
Menos ainda, que porque ele foi feito com dedicação que ele tenha algum.

Na verdade, eu queria gritar tudo o que passa pela minha cabeça,
mas não consigo.
Muito menos falar, escrever ou postar.

Nem tudo que nos angustia pode ser expresso.
Peço desculpas.
Pela incoerência.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Nota de uma vencedora

Eu ganhei o bolão!!!
A Cris e o Maurício estudam, estudam e nada...
Quem levou o bolão desta vez foi a Lulu aqui!!!

Lero, lero, lero...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Russuscitado

Vasculhando uns textos antigos, achei este aqui que já foi postado no meu antigo blog que já não existe mais. Encontrei uns poeminhas tão lindinhos escritos em 2002... Volto para colocá-los depois...

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Eu fiz um quadro.
Único, raro.
Porque não será feito outro igual.
Foi difícil começar. Sem inspiração, incentivo ou energia.
Foi saindo homeopaticamente.
De base tradicional. Clássica mesmo. Inspiração greco-romana.
Há nele elementos não indo-europeus, é verdade.
Mais indígenas do que africanos; confesso. Porque bairrismo pouco é bobagem.
Nenhum tom árabe ou oriental. Uma pena.
Muitos podem dizer que ficou bizarro. Algo sem unidade, sentido ou utilidade.
A questão da utilidade é recorrente: o que fazer com isso?
Foi difícil terminá-lo. Aquela sensação de que falta ainda tanta coisa...
Talvez eu devia ter sido menos analítica, cientificista; para ser mais artística, subjetiva.
Mas assinei seu término ciente das lacunas que não sei se um dia serão preenchidas.
Quem sabe aquele estudo clássico seja um dia terminado...

Eu fiz um quadro.
Seu nome: Diploma. Símbolo da minha não tão árdua graduação em Letras – Lingüística/Português

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

TÁ NA DÚVIDA EM QUEM VOTAR?

http://www.cartacapital.com.br/blogsdoalem/leo/