Dizem por aí que, muitas vezes, um objeto material pode ser considerado como uma extensão de uma pessoa. Como naquele caso em que dizemos que um homem gosta tanto de seu carro que o carro é a própria extensão do homem (ou de alguma parte do corpo do homem...).
Posso dizer que nos últimos dias meu computador tem sido a extensão de mim mesma. Tenho ficado com ele todo o tempo em que me mantenho acordada, aqui no claustro em que me encontro, onde se escreve dissertação e se espera o tempo passar. O que acontece é que além de mim, meu PC começa a dar sinais de cansaço. Ele está mais lento do que o costume, como eu... Fazendo perguntas incoerentes sobre se eu ainda quero esperar a impressora... Eu quero esperar pelo sentido da vida, eu respondo pra ele... Ele começa a dar sinais de que não vai aguentar o tranco até o fim... Eu também...
Pena não poder passar um anti-vírus aqui na minha cabeça, ou jogar um monte de coisa para a lixeira. A minha máquina certamente será formatada depois da dissertação, já eu...
Uma foto que mostra como ele fica em dias assim (esta foto não é de agora, mas da época de minha qualificação... posso dizer que não está muito diferente...)

- Se você olhar com cuidado vai ver que entre o celular e a pilha de textos+queijo tem uma Neosaldina!!!